Um baú de tesouros

» Postado em crônicas / segunda-feira, 08 de setembro de 2014

Minha avó materna é uma pessoa de extrema importância na minha vida.

Apesar de ela ter ido embora em agosto do ano passado, ainda uso esta frase no presente, pois sinto sua presença no meu dia-a-dia.

Minha avó era uma pessoa de muita personalidade. Ativa, cheia de amizades e compromissos, teimosa que só!

Com certeza foi uma das primeiras pessoas que eu admirei na cozinha.

Nos nossos aniversários, quando eu era pequena, adorava chegar da escola e ver ela forrando formas de empadinha, enchendo barquinhas de maionese e montando o bolo do parabéns.

Mas nem só de receitas tradicionais e antigas vivia a culinária da minha avó. Além de fazer a melhor leitoa a pururuca que se tem notícia, o bolinho caipira mais fresquinho do pedaço e as batatinhas no vinagrete mais viciantes que eu já comi, ainda sobrava espaço para inovações e novas idéias.

Ela participava de uma organização beneficente na sua cidade chamada CRUZADA DE ASSISTÊNCIA, onde, dentre outras coisas havia aulas de culinária. Então, sempre me vinha com receitas novas… algo prático, para mulheres modernas que não podiam perder tempo na cozinha como um macarrão na panela de pressão ou um pão de minuto.

Essa semana pedi para minha mãe separar alguns cadernos de receita da minha vó, pois queria fazer alguns pratos… Para minha surpresa, recebi esta caixa, enorme, cheia de cadernos e anotações.  livros de receitas

Isto é realmente um tesouro! Receitas escritas com o maior capricho ou anotadas com a letra de quem estava com pressa. Chega dar a impressão de ser possível voltar ao passado, e sentir outra vez aqueles prazeres da infância.

Ao reproduzir as receitas, pelo menos os sabores da infância será possível resgatar. <3

Hummm... outras delícias:


Ou cozinha ou tira foto

» Postado em Sem categoria / sexta-feira, 05 de setembro de 2014

foto retirada do google, óbvio ;)

foto retirada do google, óbvio ;)

Em tempos de conexão total na internet a vida das pessoas é muito mais registrada do que era há anos atrás. As pessoas fazem fotos incríveis nos momentos mais inusitados e eu adoro ver esses registros.

Como alguém que gosta demais de viajar e ainda tem um blog de culinária, teoricamente eu deveria ter um arquivo incrível de fotos… deveria…

Acontece, que eu nunca lembro de bater fotos, ou tenho preguiça… e acabo tirando fotos feiosas e na correria, sem nenhuma produção.

Ontem fiz um jantarzinho pra um casal de amigos aqui em casa, e de sobremesa fiz um petit gateau que ficou uma delícia! Assou pelo tempo certinho, ficou com aquele recheio líquido perfeito. Agora, pergunta se tem foto bonita pra eu poder por no blog? NÃO! Vou ter que fazer o bolinho outra vez, antes de poder passar a receita pra vocês (ai que sacrifício).

Este ocorrido me fez refletir sobre uma coisa. Muitas vezes quando a gente REALMENTE está envolvido em algo, como curtindoo uma viagem, ou se divertindo em uma festa, simplesmente nos esquecemos de registrar o momento. Ficamos tão ocupados no prazer daquele momento que nem nos lembramos de parar tudo para um clique.

A idéia deste espaço é compartilhar, além de receitas, tudo que eu passo neste ambiente que eu amo estar chamado cozinha… meus acertos, minhas trapalhadas, minhas descobertas. Várias vezes estou tão envolvida naquele momento, ou com as mãos tão sujas de farinha e manteiga que o registro do momento acaba não acontecendo. E o momento passa. E a gente come o que eu fiz. E a cozinha fica limpa. E só depois percebo que fiquei sem fotos para o blog.

Pensei em começar a fazer umas ilustrações para colocar nos meus posts, mas eu desenho tão mal, mas tão mal que ninguém entenderia, e ficaria ainda mais não atrativo do que minhas fotos sem produção.

Me esforçarei, daqui pra frente, em fazer registros fotográficos melhores para colocar no P&P. Mas não esperem fotos com o fundo desfocado e coisas fumegantes pois tentar ser boa cozinheira já consome todos meus esforços. ;)

Hummm... outras delícias:


Nhoque da sorte

» Postado em Salgados / domingo, 31 de agosto de 2014

Preciso fazer um adendo antes que vocês comecem a ler este post: escrevi-o no dia 27, e deixei preparado para entrar neste singelo bloguito no dia 29 … maaasss … havia tirado as fotos do celular do marido, e não mandei pro meu… deixei para editar depois. Então, como sou realmente MUITO BOA na arte da procrastinação, só fiz isso hoje (dia 31)… mas ok né gente, afinal tirando uns fevereiros por aí todo mês tem seu dia 29, não é mesmo? E nhoque é gostoso o mês todo ;)

 

Dia 29 é dia de comer nhoque, né? Tem aquela histórinha de colocar uma nota de dinheiro embaixo do prato e comer os 7 primeiros nhoquinhos de pé para atrair fortuna.

Eu nunca fui muito fã desse prato por achar que em algumas preparações a massa gruda no céu da boca e isso não me agrada.

Nesta semana, na minha aula semanal de culinária aprendemos a fazer uma receita que eu gostei bastante. Me empolguei tanto que resolvi repetir em casa (para juntar com o molho de tomate do último post).

Em casa eu estava um pouquinho mais atrapalhada e menos concentrada do que no curso, por isso ocorreram alguns contratempos: a batata não cozinhou tanta quanto devia, então na hora de espremer a batata QUEBREI MEU ESPREMEDOR (!!!).

No fim, tudo deu certo, usei o mixer para desfazer os gruminhos na batata (truque da minha mãe) e ficou delícia.

Esta é a batata asterix, de casa avermelhada - ideal porque absorve menos água

Esta é a batata asterix, de casa avermelhada – ideal porque absorve menos água

nhoque na panela

nhoque na panela

O mesmo nhoque, duas versões: a esquerda com meu molho caseiríssimo e uma folha big de manjericão, e a direita com o molho mais encorpado que fizemos na aula de culinária e uma bracciola (espécie de bife enrolada italiano)

O mesmo nhoque, duas versões: a esquerda com meu molho caseiríssimo e uma folha big de manjericão, e a direita com o molho mais encorpado que fizemos na aula de culinária e uma bracciola (espécie de bife enrolada italiano)

Noque de batata
O mesmo nhoque, duas versões: a esquerda com meu molho caseiríssimo e uma folha big de manjericão, e a direita com o molho mais encorpado que fizemos na aula de culinária e uma bracciola (espécie de bife enrolada italiano)
  • » Ingredientes:

  • 3 batatas asterix (aquela da casca avermelhada, pois ela absorve menos água e dá um ponto melhor) médias
  • 5 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 2 gemas
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • sal a gosto
  • 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado fino

  • » Modo de Preparo:

  • Cozinhe as batatas inteiras e com casca (para absorver menos água) até ficarem bem molinhas (como para um purê).
  • Retire as batatas, descasque-as (a casca vai ficar bem fácil de retirar), esprema bem as batatas e deixe amornar.
  • Quando já estiver morno ou frio a massa de batatas espremidas, coloque a manteiga e mexa bem com a ponta dos dedos. Quando já estiver homogêneo, inclua as gemas e continue a mexer. Ao estar bem homogêneo, coloque aos poucos a farinha e vá misturando. Acrescente o sal e o parmeão, e deixe tudo bem homogêneo.
  • Lave as mãos (acredite, estará bem suja de mexer a massa), forme uma bola com a massa toda. Salpique um pouco de farinha em uma bancada, retire um pedacinho da massa e rolando a massa sobre a bancada forme uma "cobrinha", e com uma faca corte pedacinhos da cobrinha formando o nhoque.
  • Vá colocando os pedacinhos em uma forma enfarinhada para não deixar grudar.
  • Para cozinhar o nhoque coloque uma panela com água e sal no fogo para e ferver e ao lado deixe uma tigela com água fria.
  • Coloque uma escumadeira de nhoques na água fervendo (faça isso com a quantidade que caiba na sua escumadeira por vez, para que todos que estiverem na panela cheguem ao ponto ao mesmo tempo). Quando os pedacinhos de nhoque começarem a subir na água (não precisa exatamente boiar), retire e coloque direto na água fria. Então coloque outra escumadeira de nhoques crus na água quente e já retire os da água fria para uma outra tigela.
  • Se você ainda não for misturar em algum molho, jogue um pouquinho de azeite nos nhoque já prontos para que eles não grudem.

Hummm... outras delícias:


Molho de tomate que não tem receita

» Postado em Salgados / terça-feira, 26 de agosto de 2014

Sabe aquele molho de tomate com sabor de infância? Assim é, pra mim, o molho da minha mãe…

Desde que casei estava doida para fazer o molho, mas sabia que era meio demorado (mamãe escreveu a receita junto com uns recadinhos fofos no meu livro de receitas do chá bar).

Um belo dia fui a feira e achei os famosos TOMATES DÉBORA MADUROS, segundo minha mãe o ideal para o tal do molho.

Comprei e fui lá fazer o molho… fotografei tudo pra poder colocar no blog depois … MAS … gente, me dei conta de que não rola uma receita… é só tirar a pele, picar em cubinhos e deixar tipo eternamente apurando.

BUT, aqui estão as fotinhos e a receita / instruções

Usei 3Kg de tomate e rendeu 5 pontinhos pequenos ( o tomate não rende mesmo).

os famosos TOMATES DÉBORA MADUROS

os famosos TOMATES DÉBORA MADUROS, já com os cortes em cruz

a pele do tomate já se soltando, hora de tirar da água
a pele do tomate já se soltando, hora de tirar da água

O molho já nos povinho que eu usei para congelar... pra comer o dia que eu quiser e não tiver 3 horas pra deixar apurando ;)

O molho já nos potinhos que eu usei para congelar… pra comer o dia que eu quiser e não tiver 3 horas pra deixar apurando ;)

 

Molho de tomate
os famosos TOMATES DÉBORA MADUROS
  • » Ingredientes:

  • 3 Kg de tomate Débora Maduro
  • 1 cebola
  • temperos a gosto

  • » Modo de Preparo:

  • Tire as peles dos tomates (aprendi com minha mãe a fazer um corte em cruz nas costas dos tomates e colocar na água fervendo por alguns minutos, quando a pele começar a levantar passar para a água fria que a pele se solta quase sozinha - a dica da minha mãe é que deixe a água estar bem fervente e coloque poucos tomates por vez pra eles não passarem do tempo na água e cozinharem)
  • Caso você prefira, pode tirar as sementes também (eu não tiro).
  • Pique os tomates em cubinhos e coloque em uma panela no fogo para apurar quando começar a ferver passe para o fogo baixo, após 30 minutos pode colocar cebola, alho e os temperos que desejar. Depois disso deixe cerca de mais uma hora, e pronto.

Hummm... outras delícias:


Mendoza – dicas de viagem e restaurantes

» Postado em Por aí... / terça-feira, 24 de junho de 2014

No fim do mês passado eu e meu marido tiramos alguns dias de férias e fomos conhecer, enfim, a Argentina… nunca havíamos ido pra lá. Aproveitamos que teríamos quase duas semanas e fomos conhecer primeiramente Mendoza.

Trata-se da região dos vinhos argentinos, de onde, segundo entendidos, saem os melhores Malbecs do mundo.

Encostado na Cordilheira dos Andes, a cidade é muito charmosa… e como vinho combina demais com comida, além do turismo do vinho encontramos uma região de gastronomia muito rica!

Por mais que o câmbio do real com o peso não seja mais o que foi há alguns anos atrás, ainda temos certa vantagem e acabamos indo embora de restaurantes bem bacanas, satisfeito tanto com a comida quanto com a conta.

Neste primeiro post vou contar pra vocês os meus restaurantes favoritos na cidade (os restaurantes de vinícolas, e os MARAVILHOSOS de portas fechadas vem depois, ok?)

*Azafran

Este foi o primeiro restaurantes que fomos logo que chegamos na cidade. Era muito próximo ao hotel e o concierge sugeriu para almoçarmos. Gostamos tanto, mas tanto, que até voltamos em um outro dia para jantar.

Do jeitinho que eu gosto é um lugar pequeno e de decoração bem charmosa. O interessante é que eles não tem uma carta de vinhos, você vai junto com o sommelier até a adega do restaurante escolher o que vai beber.

As empanadas deliciosas (a minha favorita era a de morcilla)

As empanadas deliciosas (a minha favorita era a de morcilla)

pechuga de frango, guacamole e quinoa

pechuga de frango, guacamole e quinoa

o prato do meu marido era uma massa (eu provei, e posso contar que tava MARA!)

o prato do meu marido era uma massa (eu provei, e posso contar que tava MARA!)

posso chorar de saudades desse sorvete de doce de leite?

posso chorar de saudades desse sorvete de doce de leite?

 

*Ana Bistrô

Imaginem a cena: eu e meu marido arrumados, no lobby do hotel, esperando o taxi pra nos levar em um restaurante bam-bam-bam que tínhamos reserva. Sabidamente o mais caro e famoso restaurante da cidade, de um chef famoso na Argentina.

Por ser final de semana, o taxi demoraria cerca de 20 minutos… ok, estávamos adiantados… começamos então, a ler opiniões sobre o tal restaurante. E, nos deparamos com um mooonte de reclamação… as mesmas repetidas: “esqueceram minha entrada”, “a carne veio fria”, “a empanada veio crua”… e assim vai … resolvi dar uma olhada no blog de uma amiga (Paula, do Jogando o buquê) que eu sabia que tinha post sobre Mendoza e a opinião dela se resumia em “dizem que é imperdível, mas acho que não dei sorte!”.

Eu e meu marido olhamos um pro outro e tivemos a mesma idéia: VAMOS CANCELAR ESSA RESERVA E IR EM OUTRO RESTAURANTE… foi nesse momento que surgiu o ANA BISTRÔ (obrigada trip advisor).

Restaurante bem grandinho pra ser chamado de bistrô… mas com um atendimento que para nós foi impecável, comida deliciosa e ambiente aconchegante.

minha carne veio no ponto exato

minha carne veio no ponto exato

Este era o prato do meu marido, o acompanhamento era um mil folhas de batatas sensacional!

Este era o prato do meu marido, o acompanhamento era um mil folhas de batatas sensacional!

créme brule

créme brule

Cheesecake (sempre que tem cheesecake no cardápio meu marido pede... o objetivo dele é eleger o melhor do mundo..kkk)

Cheesecake (sempre que tem cheesecake no cardápio meu marido pede… o objetivo dele é eleger o melhor do mundo..kkk)

 

Recomendo os dois…

Mas estou louca pra contar pra vocês sobre os restaurantes de vinícolas, e os ESPECIAIS restaurantes de portas fechadas.

 

Hummm... outras delícias:


Sobre cozinhar e a pia cheia de louça

» Postado em Sem categoria / segunda-feira, 02 de junho de 2014

imagem: Google imagens
imagem: Google imagens

Acredito que tem coisas que nem a psicologia explica.

Porque será que existem muito mais pessoas que nutrem uma grande paixão pelo ato de cozinhar do que pelo ato de lavar as louças?

Ora, não precisaria ser assim! Em ambos os casos estamos na cozinha, em ambos os casos conseguimos ver o resultado das nossas ações, as duas coisas remetem a memória de infância da maioria das pessoas. Então, porque será que cozinhar é tão legal e lavar a louça é tão chato?

Sou daquelas pessoas que não tem um senso de organização de dentro pra fora, se eu estiver fazendo algo organizado tenha certeza que estou concentrando todos meus esforços naquilo. Concordo totalmente que a organização facilita nossa vida, e por isso tenho tentado aprender a me organizar melhor na cozinha. Mas, tenho certeza que algumas pessoas tem um certo talento para isso, um verdadeiro dom! Assim como eu posso fazer 10.000 aulas de canto, que não cantarei como a Maria Gadú, sei que a arte de ser organizada é um dom que eu não tenho.

Não consigo entender bem as pessoas que dizem “não consigo dormir com louça na pia”. Eu consigo muito bem! Afinal, a pia fica na cozinha, e eu durmo no quarto!

Na minha evolução na cozinha venho tentando não deixar de lado a parte chata, para tentar ter prazer culinário do início ao fim do processo… mas, enquanto meu dom não vem, a máquina de lavar louças fica sendo uma boa amiga.

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Festival de inverno – sopas em Sorocaba

» Postado em Por aí... / quinta-feira, 29 de maio de 2014

Final de maio e a temperatura já começou a cair em Sorocaba. Com esse friozinho gostoso dá uma vontade de tomar uma sopinha ou um caldinho, não é?

Semana passada fui provar o festival de sopas que está tendo na loja de conveniência do posto Abastece Brasil. Tinha ouvido falar super bem de lá, e estava morrendo de vontade de provar.

Conversei um pouco com a chef Gabi Gabriel, e fiquei sabendo que já faz 7 invernos que eles fazem essas delícias, e que cada ano tem ficado melhor e com um cardápio mais completo. Este ano, a novidade da vez ficou por conta do creme de bacalhau (que eu provei uma colherada do prato do marido, e realmente ficou genial).

Outra coisa bem bacana é que eles vendem as sopas porcionadas congeladas, assim dá pra levar pra casa e só aquecer no dia que a gente fica sem vontade de enfrentar o frio.

eu provei o caldo verde, estava demais!

eu provei o caldo verde, estava demais!

O posto fica na Av. Dr Afonso Vergueiro, 2373

Hummm... outras delícias:


Dica de restaurantes pelo instagram – @pri_rosa

» Postado em Por aí... / domingo, 25 de maio de 2014

Como vocês bem sabem eu ADORO um restaurante! Sempre que visito um legal divido com vocês aqui no blog na sessão “por aí”. Mas, muitas vezes, quando vamos nesses restaurantes mais bacanas não sabemos exatamente o que pedir, não é?

Pois bem, há algumas semanas, passeando pelo meu instagram (já segue? @mappfernandes), descobri um perfil que AMEI, e preciso compartilhar com vocês:

Pri Rosa ou @pri_rosa é uma apaixonada por boa comida e vinhos. Ela visita maravilhosos restaurantes com uma frequência invejável! A melhor parte? ela compartilha tudo com fotos e vídeos ótimos. Além de nos deixar com água na boca, já nos dá a dica do que pedir em cada um desses restaurantes.

@pri_rosa

@pri_rosa

cuidado para não babar no celular!

cuidado para não babar no celular!

este vídeo é sensacional!

este vídeo é sensacional!

yumi!

yumi!

Hummm... outras delícias:


Pêras ao vinho

» Postado em Doces / sexta-feira, 23 de maio de 2014

Com a chegada do outono e aproximação do inverno eu vou ficando com mais vontade de comer sobremesas quentinhas.

Aprendi a fazer esta pêra no meu curso de culinária, mas já conhecia a receita pois é um hit nos jantares da minha sogra.

Além de ser bem charmosa, dá uma fugida daquela idéia do “sempre com chocolate” sem deixar de ser super saborosa.

Servir com um bom sorvete de creme é o complemento ideal, e achei que as amêndoas torradas (sugeridas no curso), deram o acabamento que precisava!

Acho que fazer estes cortes dá um charme a mais na hora de servir.

Acho que fazer estes cortes dá um charme a mais na hora de servir.

Pêras ao vinho
Acho que fazer estes cortes dá um charme a mais na hora de servir.
  • » Ingredientes:

  • 4 pêras (devem estar firmes)
  • 200 gramas de açúcar
  • suco de 1 laranja (se estiver mais seca, pode ser 2)
  • 2 xícaras de vinho tinto

  • » Modo de Preparo:

  • Descasque as pêras e corte a parte de baixo para que elas possam ficar de pé.
  • Em uma panela que não seja muito grande misture todos os demais ingredientes e coloque em fogo médio.
  • Coloque as pêras de pé, dentro da mistura.
  • Deixe por cerca de 20 minutos ou até que um garfo entra e saia com facilidade das pêras.
  • Retire as pêras e deixe a calda por mais 15 minutos para engrossar e reduzir.
  • Sirva ainda quente, com a calda por cima acompanhada de sorvete de creme e amêndoas torradas.

Hummm... outras delícias:


Confissões de uma amadora

» Postado em Sem categoria / quarta-feira, 21 de maio de 2014

Quem acompanha o blog, ou já tenha lido meu perfil por aqui, sabe qual é a proposta deste espaço: Sou uma verdadeira amadora… uma pessoa que gosta de cozinhar e que gosta de estar na cozinha… MAS, tem seus momentos de Gordon Ramsay e seus momentos de Phoebe. desas

Com o aumento no número de seguidores do blog, e também pela minha satisfação pessoal, venho tentando melhorar meu desempenho culinário receita pós receita.

Mas, devo confessar a vocês que sou um tanto quanto rebelde em alguns itens… certas coisas que eu sempre ignorei nas receitas, e nestes últimos tempos venho tentando seguir… pra ver se muda alguma coisa no resultado final.

Vou enumerar três desses itens, e contar pra vocês se mudou alguma coisa na minha vida na cozinha:

1 – USE AÇÚCAR DE CONFEITEIRO

Que raios de diferença tem esse tal de açúcar de confeiteiro?!? Quando eu tiro ele do saco, pra mim a única diferença é a consistência meio farinhosa… mas o sabor é identico ao outro.

Essa semana usei o tal do açúcar de confeiteiro para fazer chantili (que apesar de estar sempre com este tipo de açúcar nas receitas, eu sempre usei o refinado basicão). De verdade, para o meu talvez não refinado paladar, não vi diferença nenhuma! Ficou o mesmo sabor, cor e consistência que fica quando faço com o açúcar nosso de cada dia.

2 – PENEIRAR IGREDIENTES SECOS COMO FARINHA E AÇÚCAR

Eu, por natureza, sou uma pessoa extremamente afobada… Quando meço as xícaras de farinha e açúcar para um bolo ou torta já quero ir logo misturando tudo na tijela; não tenho muita paciência de ficar passando pela peneira.

Pois essa semana me esforcei para me redimir com Santa Ofélia: Fiz 2 (não 1, mas 2) bolos peneirando TODOS os ingredientes secos.

O que eu achei? Não achei nada! Quando eu terminava de peneirar minha peneira estava absolutamente limpa… ou seja, passou tudo… acho que comprei açúcar e farinha já peneirados! kkk

3 – TIRE O SORO DO CREME DE LEITE

Ok, ok… sei que algumas pessoas me acharão muito rebelde por este item!

Quando eu era mais nova, aprendi a tirar o soro do creme de leite com a minha mãe: a gente deixava a lata de ponta cabeça no congelador por mais ou menos meia hora, depois fazia um furinho na tampa e deixava o líquido escorrer… Até que um dia, minha mãe (sim! esta mesma que me ensinou a tirar o soro), estava com pressa, e não teria  meia hora necessária para a lata descansar, e fez a receita com o creme de leite todo… com soro e tudo! E ficou I-G-U-A-L… aí nasceu minha rebeldia. Esta semana tirei o soro para uma receita… E… continuo com a mesma opnião.

Me perdoem os cozinheiros que entendem e apreciam estes pequenos detalhes… mas, por enquanto, eu continuo me divertindo na minha cozinha desobedecendo algumas regrinhas ;)

 

Hummm... outras delícias: